Sandra Teschner
Divulgação / Instagram
Sandra Teschner

O “Tomara-que-Caia” , virou “ Camisa sem alças”. Ok, entendo.
A comunicação passa por transformações e isso é bom, é contemporâneo, incorpora reflexões de uma época. Estamos todos em construção. O cuidado ao “julgar” alguém passa por inaptidões múltiplas, e ainda pior eventualmente ridiculariza a eventual causa nobre por trás das pedras jogadas.
Mas é fato que temos juízes demais, para pouca mão-de-obra realizadora. .
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Explico: precisamos ativamente Ser antes de Parecer. Somos ou não inclusivos, empáticos , compassivos? E se “somos”, quais ações e atitudes tomamos que corroboram com esse estado de nós mesmos? .
Dito isso, a gente repassa a linguagem e o que achamos que sabemos. .
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Ser ativista não é sinônimo de ser postador de hashtags, ou críticos da linguagem ou conduta alheia. Muito menos ainda, sermos inquisidores do outro, como se tombados por um poder misterioso fôssemos, quando de fato estamos escondidos pela falsa proteção do mundo digital. Falsa, porque você não se esconde de você e seus atos precedem sua imagem..
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Sigamos livres para sermos quem somos, errarmos aprendendo. .
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Dessa era do parecer , padece o ser. .
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Inspirado na Live fantástica com meu amigo @joaobragaprofessor e que está salva no meu igtv .
#sernaoéparecer #comunicacaonaoviolenta #linguagemdemoda #afelicidadeéumaescolha #happinessbrasil

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