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O DJ NICOLAS ABE SABE QUAIS INGREDIENTES NÃO PODEM FALTAR PARA AGITAR UMA PISTA DE DANÇA E PROVA QUE IRREVERÊNCIA É SEU FORTE

Ele é publicitário de formação, cheio de estilo e sabe que uma boa playlist é o diferencial para que uma festa se transforme no evento do ano. O DJ Nicolas Abe é irreverente na vida (ele assina algumas trilhas para desfiles de moda!) e também quando está na sua mesa de som, não é à toa que ele foi o escolhido para comandar a pista de dança da festa de lançamento da Revista Profashional em Movimento e também do aniversário da publisher Sandra Teschner.

Sua história com a música começou na noite paulistana e de festa em festa, acabou virando presença certa nas mais badaladas listas dos clubes que fazem sucesso na cidade. Assim, em 2012, a oportunidade de transformar isso em um trabalho apareceu. Entre frios na barriga, preocupação em encher a pista e entregar uma festa legal, o DJ – que é figurinha carimbada da Yacht Club e participou da abertura do espetáculo 220 volts, entre outras coisas – mostrou que sabe o que faz e bateu um papo divertido com a gente para contar tudo sobre a cena e como ele leva a irreverência para as baladas de uma forma especial.

Revista Profashional: Quando rolou sua primeira experiência como DJ? Nicolas Abe: Foi em 2012 no finado Clube Glória. Na época, eu não sabia nem onde dar o play na música, mas mesmo assim, a experiência foi ótima! A partir daí, tive vontade de buscar mais conhecimento sobre o trabalho de DJ.

R.P.: Quais são as suas maiores referências desse universo?

N.A.: Minhas maiores referências, sem dúvidas, estão dentro de casa. Digo que tenho a sorte de ter três mães: a minha mesmo, minha tia e minha avó. Para mim, elas são exemplo de batalha, independência, bom senso, cuidado e caráter. Claro que me inspiro e admiro outros profissionais que estão no ramo da música e da moda, mas as questões pessoais – aquelas que vêm de dentro para fora e formam nossa essência –, para mim, são mais importantes. 

R.P.: Quais são seus estilos musicais de preferência?

N.A.: O que eu mais gosto de ouvir é house, disco e pop.

R.P.: A moda influencia nas suas apresentações? Como você escolhe o visual para tocar na noite?

N.A.: Com certeza, influencia, sim. Eu adoro uma montação! Para escolher o que vestir, eu levo em consideração o tipo de evento (balada, coquetel, lançamento de coleção, etc.), o tipo de público e estilo musical que vou tocar. E vira e mexe, recorro a amigos estilistas para me ajudar! Além disso, eu sou sócio de uma loja/franquia de serviços de costura, o que é uma mão na roda quando preciso de um look.

R.P.: Você tocou na festa de lançamento da Revista Profashional em Movimento. Como foi preparar essa playlist?

N.A.: Foi uma delícia! Além de ter sido uma festa de lançamento de uma nova revista, foi também uma confraternização entre toda a equipe. Havia pessoas de vários estilos, gostos e idades, e eu quis agradar a todos! Para o início, eu escolhi tocar house (que deixa o ambiente chic e com clima de lounge) e depois segui para o bom e velho pop, passando um pouco por músicas brasileiras e os clássicos que nunca saem de moda.

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