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Nesta terça, 4 de setembro, um debate apresentado pela C&A e realizado pela Folha reuniu especialistas em diversos setores para discutir sobre a transparência na cadeia produtiva da moda.

O tema que é pouco abordado, mas de extrema importância foi escolhido para a décima edição do “Diálogos transformadores”.

Transparência: um valor para a moda e para o mundo
Divulgação
Transparência: um valor para a moda e para o mundo

Aberto ao público, no local estiveram presentes nomes como Giuliana Ortega, diretora executiva do instituto C&A, Eloisa Artuso, diretora educacional da Fashion Revolution Brasil, Oded Grajew, presidente do conselho deliberativo da Oxfam Brasil, Leonardo Marques, professor da Coppead, escola de negócios da UFRJ, Eliane Trindade, editora do prêmio empreendedor social da folha, que estava qualificada como mediadora, Sergio Andrade, fundador da Agenda pública e Marcel Gomes, secretário executivo da ONG Repórter Brasil.

O ponto de partida para o evento foi o índice de transparência na moda no Brasil, ferramenta idealizada pela ong Fashion Revolution e que no Brasil terá parceria com a FGV. O índice analisa varejistas e os classifica em cinco áreas principais: política e compromissos, governança, rastreabilidade, “know, show e fix” (respostas aos problemas da cadeia) e questões emergentes e tem como principal objetivo deixar claras todas as práticas de cada empresa, para que os clientes tenham acesso à estas informações e condutas sobre matéria prima e mão de obra.

Não é de hoje que o mundo vem abrindo seus olhos para as políticas aplicadas pelas empresas de moda, porém o caminhar das reflexões vinha sendo lento e o índice de transparência é um dos principais movimentos já ocorridos com relação à uma nova atitude.

Transparência: um valor para a moda e para o mundo
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Transparência: um valor para a moda e para o mundo

Para a primeira edição brasileira foram escolhidas as seguintes marcas, baseado principalmente em sua representatividade e faturamento: Animale, Farm, Malwee, Osklen, Brooksfield, Marisa, Havaianas, Pernambucanas, C&A, Hering, Cia. Marítima, Melissa, Riachuelo, John John, Moleca, Renner, Ellus, Le Lis Blanc, Olimpikus e Zara.

É um meio do consumidor final também fiscalizar além de trazer foco à questões de suma relevância relacionadas às práticas do setor.

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